Pela 2ª vez assisto o filme "Surrogates". Considerado uma ficção, é um ciclo que iniciou de longa data. Se por um lado a tecnologia e o nosso estilo de vida ainda não dispõem de suprimentos para popularizar tais situações, nos pregou uma peça com seus padrões estéticos e pela internet, onde é facilitada a comunicação via chat, afastando o contato humano. É um caminho sem volta. Independente do método. Triste.
Mutação constante, aqui paira a criatura pensante e estridente, vagando pela mente soltando o seu verbo truculento de maneira natural inconseqüente!!!!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
O lugar mais lindo do mundo
hummm onde eu como a valer e não engordo, ligo o som com o pensamento, tem um mar de águas cristalinas, todos meus amigos moram perto, show de rock todos os dias(os bons) não tenho inimigos(including me), estou cercado de natureza e cães e vai doer se me beliscarem pois estaria acordado.
hoje tenho algo a dizer
não sei se interessa, mas a vida é pode se tornar uma gula por vaidades. Antes que a gula me engula.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O bolo
mais uma vez não vou fazer parte dos ingredientes da massa que dá vida ao bolo humano do Reveillon. Vou me colocar num lugar mais calmo. Experiências passadas me ensinaram que não tenho a noção para interagir em momentos como esse. Quando jovem procurava esse tipo de badalação, mas agora minhas habilidades são outras.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
rotina moderna
Essa enxurrada de fatos lamentáveis na nossa sociedade traz muita frustração. Faz muita falta o contato com natureza, tipo pé na grama. Sem roseta, claro. Coisas simples que o homem deixou de lado para dedicar ao stress. Por vezes nos permitimos cercear algumas liberdades, mas que fique apenas no plano terreno, a mente não tem limites. Sejamos criativos e damos a volta nesse status quo absurdo da vida moderna. O homem não faz mais roda em volta do fogo, constrói incêndios.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
grama com roseta
depois de um papo naturalmente melancólico que relatei algumas situações cotidianas, um amigo resumiu isso como um passeio sinistro. Eu redefino isso como uma passeio mais que sinistro na minha mente sufocada. Chega uma hora que a gente não enontra mais grama sem roseta. Não consegue mais rolar por aí. Mas não vou desistir. Um doido varrido não se acaba assim que nem vela derretida. Tem que marcara de outras formas. Continuar pintando o quadro. Dar umas cuspidas, xingar as pessoas que tem ouvido de mira. Seguir o caminho para seja lá onde for, e rumar sem medo de tropicar nos cascudos que voam contra as lâmpadas artificiais. Cavar um túnel para ver a luz no final.
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