domingo, 18 de dezembro de 2011

Dia 18 de dezembro

Faz 1 ano que um dos meus queridos seguidores está morto. Descanse em paz Cobs.

Domingueira

Continuam iguais. Resumo do resumo. Entra ano, sai ano, domingo é sempre igual. Não durmo mais que 3h. Lembro dos domingos de futebol, de infância, de praia. Que saudade da praia. Domingo sem notícias dos amigos. Domingo sem saber o que fazer. Domingo sem churrasco. Vou adotar "domingo" como nome do meio. Dia mais estático dos meus últimos dois anos de vida. Aliás minha vida está em pause/still. Não tenho como negar isso. Jamais pensei que com 36 anos vivesse com essa pequena expectativa em relação ao futuro. Vou aumentar a dosagem das boletas já, tudo vai se resolver. Vou libertar de mim mesmo. Vou flertar com as madrugadas novamente. Vou virar coruja eternamente.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Namorar na Lua

Chegando mais uma data de apelo comercial, o Dia dos Namorados, só vejo que não existe hora nem data marcada para amor. Pessoas numa busca desesperada por acomodações na Serra, presentes, mesas em jantares românticos numa noite. Necessitam provar seu romantismo num dia, que sacrifício. Fazer demonstrar a paixão e o amor num dia só. Muito sacrifício. Muitas provas, blá blá blá e no final vão fazer sexo. assim espero, pelo menos isso.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Uma história de amor

http://www.cinekdoque.com/mas-que-el-mundo/

é só clicar e se emocionar. LIndo!

domingo, 13 de março de 2011

Terra pedindo as contas

Vemos todas essas tragédias pela Tv, internet e jornais. O mundo parece em rota de colisão com os insignificantes bípedes falantes chamados homens. O que eu fiz para cuidar da Mãe Terra? Muito pouco. Posso fazer muito mais. Espero que ela nos dê ainda alguma chance. Mais do que já deu. Precisamos sentir na pele.

Caninos de qualquer maneira


Cães são como flores que te perseguem. Viramos um jardim.

o tal, o maldito bullying.

Acabei de assistir ao filme "Bullying". Várias memórias surgiram. Não havia um termo objetivo para isso na década de 80 e 90, só se sabia que contar para o professor só piorava. Tive a sorte de não sofrer a agressão física, pois sempre soube me defender. Psicologicamente sofro até hoje. Cometi um erro por muitos anos procurando quem pagaria a conta pela exclusão social que me era imposta e a qual eu me refugiava. Quem paga a conta sou eu. Usei drogas e qualquer tipo de fuga. Sofri anos com a obesidade. Nem preciso entrar em detalhes o que se passou na minha adolescência. No passado, o colégio fazia vistas grossas quando não se via hematomas. Lembrei das inúmeras vezes que fui chamado ao SOE para ser orientado. Vi muita coisa acontecer com colegas também. Agredi pessoas também. Até hoje sinto ódio de meus agressores e até de mim. Acabei me tornando um jovem infeliz, por vezes violento e muito rebelde. Hoje sou um adulto rebelde. Ainda procuro por respostas. Tento encontrar o que perdi em mim. Essa película é revoltante. Sofre até mesmo uma cadelinha. Tive vontade de chorar inúmeras vezes, pela minha experiência. Imagino como estão as escolas de hoje. Tive professores omissos, principalmente os de Educação Física. Tenho 35 anos, hoje não tenho medo de falar a verdade. Sofro querendo ser o atleta que me cobravam quando tinha 16 anos e pesava 100kg. Estou com meu joelho machucado e cada dia que não faço uma atividade aeróbica não me sinto bem, chego a perder a fome, pois o medo do passado voltar é imenso. Tenho o corpo de boa musculatura e ótimo condicionamento, mas ainda não acredito nisso. Sinto que as pessoas ainda enxergam o garoto tímido e obeso. Virei um perfeccionista, um carrasco para mim mesmo. Sorte a minha é que não desenvolvi nenhuma aversão à pessoas que tem o mesmo problema do meu passado, e sim quero ajudar. Só queria saber até quando minha mente vai exigir que eu pague essa conta. 20 anos depois.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Substitutos

Pela 2ª vez assisto o filme "Surrogates". Considerado uma ficção, é um ciclo que iniciou de longa data. Se por um lado a tecnologia e o nosso estilo de vida ainda não dispõem de suprimentos para popularizar tais situações, nos pregou uma peça com seus padrões estéticos e pela internet, onde é facilitada a comunicação via chat, afastando o contato humano. É um caminho sem volta. Independente do método. Triste.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ai

o cristianismo que me causou esse efeito depravado ao longo da vida.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O lugar mais lindo do mundo

hummm onde eu como a valer e não engordo, ligo o som com o pensamento, tem um mar de águas cristalinas, todos meus amigos moram perto, show de rock todos os dias(os bons) não tenho inimigos(including me), estou cercado de natureza e cães e vai doer se me beliscarem pois estaria acordado.

hoje tenho algo a dizer

não sei se interessa, mas a vida é pode se tornar uma gula por vaidades. Antes que a gula me engula.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O bolo

mais uma vez não vou fazer parte dos ingredientes da massa que dá vida ao bolo humano do Reveillon. Vou me colocar num lugar mais calmo. Experiências passadas me ensinaram que não tenho a noção para interagir em momentos como esse. Quando jovem procurava esse tipo de badalação, mas agora minhas habilidades são outras.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

rotina moderna

Essa enxurrada de fatos lamentáveis na nossa sociedade traz muita frustração. Faz muita falta o contato com natureza, tipo pé na grama. Sem roseta, claro. Coisas simples que o homem deixou de lado para dedicar ao stress. Por vezes nos permitimos cercear algumas liberdades, mas que fique apenas no plano terreno, a mente não tem limites. Sejamos criativos e damos a volta nesse status quo absurdo da vida moderna. O homem não faz mais roda em volta do fogo, constrói incêndios.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

grama com roseta

depois de um papo naturalmente melancólico que relatei algumas situações cotidianas, um amigo resumiu isso como um passeio sinistro. Eu redefino isso como uma passeio mais que sinistro na minha mente sufocada. Chega uma hora que a gente não enontra mais grama sem roseta. Não consegue mais rolar por aí. Mas não vou desistir. Um doido varrido não se acaba assim que nem vela derretida. Tem que marcara de outras formas. Continuar pintando o quadro. Dar umas cuspidas, xingar as pessoas que tem ouvido de mira. Seguir o caminho para seja lá onde for, e rumar sem medo de tropicar nos cascudos que voam contra as lâmpadas artificiais. Cavar um túnel para ver a luz no final.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

concordo.

"Todos vós, que amais o trabalho desenfreado (...), o vosso labor é maldição e desejo de esquecerdes quem sois." - Nietzsche

domingo, 17 de outubro de 2010

Preconceito

O preconceito na sociedade em relação as pessoas acima do peso ou com problemas de obesidade nunca foi novidade. Mas venho acompanhando algumas propagandas que passam dos limites. Falo claramente sobre a propaganda da Tigre, que sempre que existe algum problema, a mídia associa a figura de pessoas obesas. Já sofri com esse problema. Passei um adolescência infernal. Pesei 120kg. Muitas pessoas como eu sabem o que esse preconceito pode causar na qualidade de vida e social. Acho um absurdo a abordagem desse tema que não seja para o auxílio das pessoas. Mas no sinto uma crueldade tão grande. Já não basta os problemas que o obeso enfrenta no dia dia, mas ter sua imagem associada a burrice e incapacidade é dose. Infeliz essa campanha que dura há muito tempo. Triste, isso sim.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

o poder e seu caminho sinuoso

Essa incisiva busca pelo poder que vemos por aí é a oportunidade do inconsciente descontrole. Não consigo imaginar todo o processo químico que desenvolve na mente humana com a tal sensação de poder. Será um tipo de droga? Uma domamina, endorfina, adrenalina e outras "inas" que podem massagear o ego daqueles que em sua solidão precisam manter um quórum ao seu redor, pessoas que são peças do sistema defensivo de quem está "por cima". E por que não ficar em volta? Hein, ser humano?

domingo, 3 de outubro de 2010

Entender o meu RS?

Nunca me manifestei tanto sobre política. O fazia com o voto e algumas idéias. Mas como não consigo crer que o RS está tão mudado e para uma merda, não só na questão política, na cultura e progresso, digo aqui: Só te tolero por amor aos Pampas, não compreendo mais quem circula pelas ruas da cidade, não sei que tipo de gente está brotando dessas sombras. O pior é que é uma tendência de manada.

domingo, 26 de setembro de 2010

pulso total

Caminhando pelo escuro sempre vejo os lampejos dos amigos. Tento me aproximar o máximo para afrontar qualquer ameaça que lhes atravesse o caminho. Suas fagulhas jamais irão cessar. Sinto o calor de sangue protetor. Depois de mais de três décadas venho a descobrir minha vocação. Durmo com o coração na mão.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

bulls eye

não tenho a habilidade de criar mentiras meticulosas nem mesmo deslavadas, isso faz com que eu me torne um alvo fácil pelas vielas repletas de franco atiradores, mesmo assim não deixo de sair para mijar nos postes.